Bloco de Esquerda ganha eleições com 100%
Sondagem efectuada num universo de 6 pessoas à porta da Brasileira no Chiado
(tão sério como outra sondagem qualquer!)
P.S. aceitam-se encomendas
(P.S. é de post scriptum)
O dia a dia neste nosso Portugal do séc. XXI
Sondagem efectuada num universo de 6 pessoas à porta da Brasileira no Chiado
(tão sério como outra sondagem qualquer!)
P.S. aceitam-se encomendas
(P.S. é de post scriptum)
Vi ontem o filme realizado por Trey Parker e Matt Stone e devo dizer que vale a pena um saltinho ao cinema para quem gosta do estilo de comédia satírica dos criadores de South Park. Esta dupla consegue disparar à esquerda e à direita, fazendo uma crítica mordaz às características belicista e autista de uma América transformada na polícia do mundo, não sendo igualmente poupados os grupos mais radicais de pacifistas, capazes de renunciar a todo o tipo de valores em nome da paz no mundo. Toda esta caricatura social tem como pano de fundo o argumento tipo de um filme de acção de série B, satirizando a máquina Hollywoodesca ao nível da produção de filmes e de "políticos".
Excelente o discurso final do protagonista, apesar do palavreado capaz de fazer corar um tripeiro, e a interpretação de Kim Jong Il da música "So lonely"!
Assistimos ontem a um debate de ideias entre Paulo Portas e Francisco Louçã que, apesar de ao princípio ameaçar não ser mais que um par de entrevistas onde os entrevistados confrontavam um partido socialista ausente, acabou por mostrar um Paulo Portas seguro e apostando num discurso de rentabilização do trabalho do executivo Popular nos dois governos de coligação e particularmente no seu à frente do ministério da defesa. Paulo Portas conseguiu mesmo encostar Francisco Louçã à parede no caso das OGMA, que acabou mesmo por reconhecer que nem tudo tinha sido mau na condução deste processo!!!! Paulo Portas apenas esteve menos à vontade quando confrontado com o facto de a taxa de imposto sobre a Banca prevista no orçamento de estado ser apenas de 15% quando a taxa de imposto sobre as empresas é de 25%, usando como argumento que antigamente era de apenas 9%. Não tenho dúvidas que ouve uma melhoria, mas a argumentação foi frágil. Faltou também uma tomada de posição mais clara em relação a uma possível alteração tendo em vista a despenalização das mulheres que abortaram. Já Francisco Louçã acabou por ter uma prestação fraca, estando particularmente mal na questão da criação de emprego, onde defendeu um aumento no investimento na formação profissional(mas isso já toda a gente sabe!) e deu como exemplo a área da Saúde como resolução para o problema do desemprego, nomeadamente a nível do médicos!!! Muito bem andaria Portugal se esta solução resolvese 1% do problema do desemprego! Para esquecer foi mesmo a parte final do debate em que Francisco Louçã acusou Paulo Portas de não ter legitimidade para falar no direito à vida uma vez que não tem filhos, logo nunca gerou vida! Por esta ordem de ideias, que legitimidade tem Francisco Louçã para falar de governação quando nunca governou!